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Sim, eu (homem) devo ser aceito na luta feminista!

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Devido ao grande sofrimento que as mulheres são vítimas, por conta de uma sociedade machista, é compreensível que algumas achem estranho a presença de homens nessa luta de gêneros. Estranho, pode até ser, mas eu, assim como todos os homens que se interessem pela causa, devemos ser aceitos nessa luta.
 

Repito que é compreensível achar que não. O maior líder revolucionário negro, Malcom X, também achou que o maior inimigo fosse o homem branco, o diabo em forma de gente. Malcom X precisou ir à Meca, rezar com brancos, para entender, que todos eles também eram humanos e, para Malcom, filhos de Deus.

 

Enquadrando na realidade dos Estados Unidos, Malcom X entendeu que negros e brancos eram vítimas de uma sociedade preconceituosa. As idéias dele mudaram e só foram colocadas em prática quando a maior parte da sociedade norte-americana entendeu que a luta era pela falta de compreensão e não uma luta de cores. Assim, a segregação racial finalmente foi extinta, em 1964.


Estando em uma situação de humilhação ou de “privilégios”, o racismo é um câncer implantando por uma elite pensante para que seja semeado o ódio em prol de benefícios exclusivos para elite.


Os reprodutores são ignorantes, que pela falta de oportunidades ou de interesse, não abrem os olhos para perceberem que também estão servindo a essa mesma elite e os privilégios que conseguem são irrelevantes.


Em uma sociedade machista, entendo que as mulheres são bem mais vítimas do que os homens. Mas quantos homens já não deixaram de fazer algo, por ser coisa de mulher? Todos nós somos vítimas, independente de já ter reproduzido em algum momento de nossas vidas, um ou outro comentário machista. A todos os comentários machistas que eu fiz na minha vida, eu peço um sincero perdão a todas as mulheres e perdão a mim mesmo, por ter reproduzido ignorância. 

 
Entendo que não existe homem feminista perfeito. Simplesmente porque o primeiro livro feminista (foi escrito por um homem, Stuart Mill) mostrou claramente que pensamos diferentes. A proposta dele é de uma amizade conjugal, baseada na igualdade e no respeito.


Não podemos é estar brigando entre os que lutam pela falta de compreenssão, dessa necessidade de igualdade social, enquanto uma elite pensante segue lucrando implantando o medo na sociedade que vivemos.


É a elite pensante quem lucra com o preconceito, seja nos privilégios sociais, seja nas empresas que implantam o consumo de produtos masculinos ou feminismos, seja nos trabalhos divididos por gênero, mas é sobretudo nas eleições e na mídia que eles mais se beneficiam.


O machismo anda ao lado de outro preconceito: a homofobia! E, daí, explico porque é nas eleições que os machistas e homofóbicos mais lucram. Não é por outro motivo que a palavra medo (fobia) está ao lado de homossexualidade nesse preconceito.


Durante quatro anos, a elite pensante implanta programas religiosos, que vendem mensagens de medo para a sociedade. Medo de um gay se aceitar como gay, medo de algum membro da sua família se aceitar como gay. É por isso que vendem a necessidade “A Cura Gay”, falam em “Dia do Orgulho Hétero” e implantam o ódio aos casamentos homossexuais.


É para essas empresas religiosas continuaram vivas e eles no poder, legislando em prol do povo reprodutor do medo da homossexualidade. Medo esse que é difícil de se entender, porque não estamos falando do medo de terceiros (como o medo de ser assaltado), mas um medo que está dentro de cada preconceituoso, seja para si ou para  a família. É um medo que quem sofre nunca vai encarar como medo, mas como “orgulho” de não ser.

 

E, para finalizar, voltanto a minha carta de aceite para a causa feminista, eu estudo o racismo, através do hip hop e entendo que todas as causas estão interligadas. Desde a implantação da escravidão, até o machismo atual, os beneficiados do racismo são, as vítimas são a maioria, seja na ignorância ou na humilhação.

 

O que não aceito é alguém engajado em uma causa social, porque sofre com ela e, simplesmente, ignora todas as outras formas de preconceito. Quer ser compreendido, mas não quer compreender? Vejo isso em militantes de várias causas e os vejos mais como vítimas da ignorância, do que como militantes.

 

Então, todos nós que lutamos por uma sociedade mais justa, estamos juntos, idenpendente da causa, porque a causa é só uma: a igualdade social!

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