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Uma das minhas contradições: seguir duas religiões!

June 13, 2015

Eu sou questionador por natureza. Isso me faz aprender várias coisas, me beneficia como jornalista, às vezes me atrapalha nas relações interpessoais, quando as coisas confundem apenas com curiosidade e, sobretudo, me coloca em contradições.
 

A principal delas talvez seja no campo religioso. Eu aprendi a ser católico, desde infância e sou, apesar de algumas fases da adolescência não ter sido. Sou porque existem vários caminhos para o bem e algumas das pessoas de melhor coração, que já conheci, seguem os ensinamentos bíblicos para isso.

 

 

 


Sou também porque me faz bem rezar o Pai Nosso, a Ave Maria e Credo, antes de dormir. Assim como sinto uma energia positiva em momentos ruins, é como se me desse uma re-energia. Creio também em Deus-Pai Todo Poderoso, Creio na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados,  na ressurreição da carne e na vida eterna.


Porém, não creio em seus dogmas e suas instituições, por isso, tenho um afastamento delas. Não creio nos dogmas, porque eles são apenas espécies de leis, para domínio dos pensamentos e comportamentos dos fiéis. A grande prova disso é que eles são mutáveis ao longo da história. Quando não se cabe mais mandar através desses dogmas, eles mudam.


O pior deles hoje é proibir formas de amar, quando o 1o mandamento bíblico é “Amar ao Próximo como a se mesmo”. Não consigo entender a compatibilidade em se ter preconceito com gays e lésbiscas e demais formas de amor.


Não creio nas instituições porque foram através dela, que a Igreja Católica influenciou de forma direta ou indireta na morte de milhões. A pior experiência concreta que tive com isso foi na Polônia, quando vi que todas as Sinagogas (“igrejas” dos judeus) se tornarem Igrejas Católicas, sem nenhum remorsso por parte dos católicos, após a morte de milhões de judeus.


Além disso, não consigo ouvir a pregação de vários padres, que utilizam do microfone, para expor opiniões conservadoras nas missas.


Em meio a todas as esses questionamentos que tenho da Igreja Católica estou vivo um momento talvez
incompatível para o catolicismo. Cada vez mais passo a admirar-me os ensinamentos do taoísmo, religião oriental. Conheço ainda pouco, mas o suficiente para admirar bastante.


Ao contrário da Igreja Católica, que tenta dogmatizar para todos os fiéis serem padronizados, o taoísmo ensina que os caminhos de cada pessoa é diferente e a interpretação dela também pode o ser.

A liberdade de opinião também está explicíta e qualquer taoísta pode escrever um livro sobre taoísmo (espero um dia escrever o meu, se assim seguir como taoísta).

 

O taoísmo é tão fora de padrões, que sequer é considerada apenas uma religião. Pode ser considerado uma filosofia de vida e, por isso, é possível até mesmo seguir o taoísmo e outra religião.

 

Além disso, as instituições servem apenas como campo de orientação, para aprender a meditar e buscar a sua vida em harmonia. Não existe códigos padrões. Ser taoísta é buscar se conhecer, é refletir e tentar seguir uma vida saudável, com paz e harmonia.


O taoísmo também ensina a vida em harmonia, consigo mesmo e com o mundo, mas não prega que somos todos santos. Pelo contrário, o taoísmo mostra de forma clara que o bem e o mal está presente em todas as coisas e devemos buscar o equilíbrio para conseguir em harmonia. O mal é o auto-conhecimento dos seus limites, os meus eu comecei a perceber mais claramente depois que segui

o taoísmo (ansiedade, desleixo e desorganização), o bem é o potencial que se tem para controlar todos essas características negativas e também a contribuição posso dar para um melhor.


Duas interpretações minhas do taoísmo é que nós seres humanos, queremos ser o centro das atenções a todo momento e, por isso, falamos bem mais das coisas individuais do que das coisas coletivas.

Por isso, prego que: Antes de pensar em qualquer ideologia de esquerda, temos que entender que somos apenas um entre bilhões na terra e o mundo não gira em torno da gente e nunca irá girar.


Além disso, com o taoísmo aprendi também que é necessário refletir sobre todas as coisas internas, para se tomar decisões. É necessário tentar entender porque gostamos de certas coisas e porque falar sobre “A” do que falar sobre “B”. Por isso, outra interpretaação minha do taoísmo é:

Pensamento do pensamento de cada dia: Mais importante do que pensar é buscar entender o porquê de estar pensando exatamente nisto.

 

 
Outro ensinamento importante do taoísmo é entender que as coisas são como elas são e não como nós gostaríamos que fosse. Isso é, nós podemos ajudar a mudar as coisas, dá nossas contribui Contribuições, mostrar o nosso jeito de agir ou pensar, mas nunca poderemos fazer com que todas as coisas sejam como nós queremos.

 

Viver o taoísmo é também se desprender das coisas materiais e saber que o consumismo por si só é uma energia negativa: Primeiro cria-se o desejo do consumo (aquilo que você não), depois você passa a ter e aquilo não tem mais tanto valor, porque você quer ter outras coisas, por último, perde-se o que foi consumido e a frustração.
 

A filosofia de vida ou código de honra taoísta que sou mais simpatizante é a criada pelo rapper Marechal, “Um Só Caminho”, que tem a essência de explicar que todos nós devemos seguir o que nós entendemos como certo e verdade, independente do que diz o restante da sociedade.

 

 

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