Trajetória Profissional

A carteira profissional só foi assinada por uma empresa (Jornal de Fato). Todavia, o número de trabalhos que fiz, desde quando comecei a trabalhar como jornalista aos 17 anos, são incontáveis. A vontade de crescer no jornalismo me fez entrar em projetos voluntários, trabalhos freelancers, apostas de projetos, alguns contratos e outros trabalhos que se tornaram voluntários, devido a falta de compromisso de contratantes que não cumpriram acordos feito na base da palavra. Palavra essa que vale mais do que qualquer contrato, segundo a minha filosofia de vida.

 

Eu desenvolvi trabalhos nas mais diversas áreas da comunicação (internet, rádio, jornal, revista, assessoria de comunicação, televisão, entre outros). Cada trabalho desenvolvido tem o seu valor, mas alguns deles certamente não vou conseguir recordar. Nesta seção, que é a mais difícil de se construir neste site, procuro reunir a maioria dos trabalhos realizados, dando destaque aqueles que considero principais. Aprendi estudando hip hop que a melhor forma de se apresentar para o mundo é contando a sua própria história de vida em primeira pessoa. Trata-se de uma longa crônica, relatando as minhas experiências profissionais. Aos que consideram o texto cansativo, o meu currículo lattes está disponível em http://lattes.cnpq.br/3722769996524957. Aos que vão ler a crônica, boa leitura!

Pimba na Gorduchinha, o primeiro filho!

 

Logo que passei no vestibular para o curso de Comunicação Social - Radialismo, comecei a participar do programa Nas Ondas da TOL, transmitido na Rádio Rural de Mossoró e dedicado ao Baraúnas, meu clube do coração. Além disso, fiz um blog esportivo, que atualizei durante o primeiro semestre de faculdade. Todavia, o meu primeiro grande filho na comunicação é o site Pimba na Gorduchinha, criado em 2007. Esse portal seria desenvolvido por cerca de dez alunos veteranos do curso de jornalismo, mas abracei a causa e, ao final de um ano de site, fiquei sozinho, tanto que passei a ser conhecido pelo público como Carlos "Pimba", mas o idealizador do site, Túlio Dantas, também dava um suporte técnico quando podia.

 

O site não tinha recursos financeiros, a não ser a ajuda do meu pai, comprando câmera, microfone e pagando o transporte para os jogos de futebol. O conhecimento técnico ainda não era aprimorado, nem os recursos disponíveis. O que me restava era uma câmera na mão e a vontade de entrevistar. Além disso, consegui acesso aos jogos de ABC e América de Natal, que na época disputava a primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Com isso, pude entrevistar jogadores de renome, como é o caso de Rogério Ceni (foto ao lado).

 

Sem acesso as cabines de imprensa, passei a filmar os jogos da beira do gramado. Essa nova linguagem visual agradou ao público e o número de acessos do site superou as seções esportivas dos principais jornais de Natal. Além disso, abriu portas para que eu fosse comentarista convidado em jogos de futebol na Rádio CBN Natal e no programa esportivo da TV Universitária. Além disso, consegui o meu primeiro estágio remunerado na produtora Usina Comunicação, responsável por um programa esportivo na Band e também contribuiu na vitória do programa Craque do Futuro (ver mais na seção Prêmios).

 

Alguns vídeos do Pimba na Gorduchinha podem ser conferidos na seção Vídeos Pimba.

Televisão, entre o sonho e a realidade

 

Trabalhar com televisão é o sonho da maioria dos alunos de comunicação. O meu também era, mais especificamente ser um comentarista esportivo. Logo após vencer o programa Craque do Futuro e ter um site com muitos acessos, eu recebi a proposta para fazer parte da equipe do novo programa esportivo da Band Natal, o Band Esportes e Ação.

 

A felicidade foi tanta que logo dei dedicação exclusiva, esquecendo o site Pimba na Gorduchinha e me dedicando ao programa, no qual eu alternava nas funções de repórter e produtor. Em um ano de trabalho, percebi dois grandes problemas para seguir como repórter.

 

O primeiro foi a dificuldade para sintetizar as matérias em poucos minutos, como exige a televisão. Pesquisador como sempre fui, eu queria colocar o máximo de informação possível e isso era impos-sível nos poucos minutos que eram dados. Era um problema meu, mas elogio todos que conseguem. Tanto que elogiava bastante Thiago César, que entrou junto comigo na equipe e hoje faz parte da equipe da InterTV Cabugi (Globo no Rio Grande do Norte). Além disso, fui profundo incentivador de Marksuel Figueredo, ensinando a fazer reportagens para o site Pimba na Gorduchinha, em seu retorno e depois o indicando para a própria equipe da Band. Hoje, Marksuel Figueredo é âncora do jornal da InterTV Cabugi. O segundo problema era ideológico. Nordestino e socialista por convicção, nunca aceitei a preocupação demasiada que se dá a imagem do jornalista na televisão. Em uma das reuniões, foi proposto que eu emagracesse e suavizasse o sotaque.

 

Todavia, o ano em que trabalhei na Usina Comunicação foi de muita aprendizagem e também alegria. A felicidade se dava principalmente quando eu não tinha que ser o repórter e apenas produzia. Daí, eu procurava entrevistados, escrevia pautas para Thiago César e também algumas informações extras para a equipe que ia para a telinha comentar.

 

Além disso, foi criado um programa na madrugada na qual eu era comentarista. Nesse, eu podia falar a vontade e a preocupação com a estética do meu companheiro de equipe, Freire Neto era nenhuma. Aliás, Freire era o patrão e líder da equipe, mas nunca se portou como tal. Ele era um amigo que trocava ideias e queria nos deixar cada vez mais a vontade. Com ele, o programa fluia bastante. A prova dessa amizade foi que, ao sair da Band, Freire Neto me deu o mailing list com os contatos de praticamente todas as redações do Brasil, para que eu pudesse seguir como assessor de comunicação. Assim como fez diversas indicações, como a do Jornal Metropolitano.

 

A alegria em ser comentarista esportivo continua até hoje, por isso, aceitei voluntariamente e agradeci a inúmeros convites da TV Universitária, TV Mossoró, TV Metropolitano e NatalTV (antiga webtv, que produzi um programa chamado Pimba na Gorduchinha).

 

 

Assessoria de Comunicação, onde pude melhor utilizar a criatividade

 

Quando decidi ser comunicólogo, logo fui avisado sobre as dificuldades que seriam enfrentadas na profissão, tanto que fui aconselhado até a desistir. Todavia, o meu sonho falou mais alto e segui em frente. Uma coisa que eu tinha certeza era de que não queria ser mais um a repetir o que outros jornalistas já faziam. Daí, foi na assessoria de comunicação onde encontrei o meu lado mais criativo e vivi momentos bastante felizes. Um conflito ideológico existente é o fato da assessoria ser o lado mais capitalista da comunicação, tanto que em alguns lugares, como Portugal, nem é considerado jornalismo.

 

Todavia, esse interesse capitalista nunca foi o que me chamou a atenção na assessoria de comunicação. A possibilidade de planejar a comunicação dos clientes da minha forma era o que fascinava. Daí, apresentei vários projetos inéditos e entrei até em áreas que não seriam habitualmente da minha competência, como no Baraúnas, onde ajudei até nas contratações dos atletas. No Baraúnas, a dedicação sempre foi além do limite profissional, por ser o meu clube do coração. Outro trabalho no clube foi a recontagem dos pontos no ranking da Confederação Brasileira de Futebol, que não considerava diversas participações do Barú em competições nacionais. Com a recontagem, o clube subiu da 4ª para a 3ª posição no ranking, considerando os clubes do Rio Grande do Norte. No âmbito da comunicação, foram criados o press kit (kit de informações para imprensa), backdrop (banner para entrevistas), website, envio de releases (vídeos, fotos e textos) para imprensa, atualização das redes sociais, além da criação de uma equipe de comunicação, formada por voluntários.

 

O meu principal foco na assessoria de comunicação era ajudar atletas de sucesso, a conseguir sucesso através da divulgação. Para isso, fiz vários trabalhos voluntários. O projeto de maior satisfação é o da ciclista Alice Melo. Eu fui o primeiro repórter a entrevistá-la em um quadro para uma seção que havia criado no Jornal de Fato (ver mais na seção Vida de Atleta). Conheci melhor o seu talento nas Olimpíadas Escolares de 2011, em Curitiba, quando foi terceira colocada sem ter uma estrutura de treinamento adequada. Daí, engajei-me no projeto para que ela fosse para uma equipe melhor, conversei com um técnico de São Paulo, conversamos com a Prefeitura de Mossoró para conseguir a passagem aérea e, sobretudo, convencemos a mãe dela a apostar no sonho. Hoje, Alice Melo é campeã brasileira e atleta da Seleção Brasileira de Ciclismo.

 

Outros projetos de destaque foi a divulgação em rede internacional do goleiro Messi, primeiro jogador assumido homossexual e aceito pelo clube. Na época como assessor de imprensa do Palmeira de Goianinha, seu clube que disputava a 2ª Divisão do Campeonato Potiguar, escrevi um release e mandei para a imprensa. O retorno foi imediato com divulgação nos principais jornais, rádios e televisão do Brasil. Entre os jornais, pode-se destacar a Folha de São Paulo, o Jornal LANCE! e Olé! da Argentina. Entre as emissoras de televisão, o SporTV, Band e Rede Globo mostraram o caso. A revista do canal Espn Brasil também fez uma reportagem especial e utilizou fotografias minhas, inclusive na capa.

 

Pode-se destacar ainda o planejamento de comunicação do atleta Paulo Júnior, que sempre foi bem mais do que um cliente. Do anonimato, Paulo Júnior passou a ser um nome de referência no cenário nordestino, com a divulgação constante de matérias desde 2010, mesmo jogando no Oriente Médio. PJ sempre concedeu total liberdade para o desenvolvimento de diversos trabalhos que eu desejasse criar, por isso, foram realizadas palestras, portfólio, edição de DVD, criação de Fan Page, atualização de site, entre outros projetos.

 

A parceria com Lucílio Filho, de Assú, é outro destaque que deve ser dado quando se fala em assessoria de comunicação. Lucílio é radialista na cidade de Assú, cidade onde tive a primeira experiência como assessor de imprensa de um clube de futebol. Depois de trabalhar no ASSU, Lucílio me indicou para o seu evento, Assú Open de Futsal, no qual o meu trabalho contribuiu para a criação de site, transmissão em rádio e televisão da competição, cobertura de emissoras de televisão e jornais, criação de backdrop (espaço para patrocinadores), criação de folders, etc. Além disso, Lucílio me indicou para trabalhos diversos, como o retorno ao ASSU, a realização de uma revista sobre a Rádio Princesa do Vale, emissora que ele é diretor, além de um evento cultural, o Bregassú e outro esportivo, o Campeonato Brasileiro de Volêi - Juvenil.

 

Um dos trabalhos mais difíceis de se realizar como assessor de imprensa foi para o jovem piloto de kart, Victor Uchôa, uma vez que ele já vinha realizando um bom trabalho de imagem com outro profissional. Foram realizados diversos projetos para satisfação do cliente, como realização de palestras, divulgação de releases, aprimoramento de website, atualização de portfolio e de projeto de patrocinador.

 

Enfim, são muitos os trabalhos em assessoria de comunicação e chega a ser difícil lembrar de todos os nomes, entre clientes e trabalhos voluntários. Desde o primeiro trabalho, com o lutador do UFC Gleison Tibau até o último, com o jogador de futebol Márcio Mossoró, trabalhei com atletas, clubes, entidades esportivas e empresas. Dentre os quais, pode se destacar Ana Cláudia Silva (atleta olímpica na ginástica), Marcos Macêdo (campeão mundial na natação), Jânio Jalles (campeão sul-americano no taekwondo), Secretaria Estadual de Esportes do Rio Grande do Norte. Para explicar melhor como foram feitos os trabalhos com os clientes, foi necessário criar a sub-seção Assessorados. Além disso, foram feitos diversos trabalhos esporádicos, como envio de releases ou edição de vídeo para jogadores (ver mais na seção Vídeos Jogadores).

 

Entretanto, a assessoria de comunicação é um ramo onde se prevalece a necessidade de divulgar qualquer produto, independente de acreditar realmente em seu projeto. Quando me vi trabalhando dedicamente para empresas que não me identificava, me senti ferido ideologicamente. Depois de uma entrevista com MC Marechal, para a minha dissertação de mestrado, entendi que o nosso verdadeiro caminho é trabalhar apenas para as coisas que acreditamos. Por isso, decidi sair da empresa de comunicação que estava inserido e me dedicar a área acadêmica. Continuei por certo tempo prestando serviços apenas para o Baraúnas e para atletas que me identifiquei.

Mídia impressa, a escrita que nunca me cansa

 

Quanto mais espaço para escrever eu tenho, mais feliz fico. É por isso que tenho um fascínio grande por revistas, tanto que já escrevi duas magazines inteiras praticamente sozinho, que estão disponíveis para download na página inicial. Além disso, já escrevi duas matérias para a Revista Contexto, uma sobre o atleta Rony Jason e outra sobre o jogador Márcio Mossoró. Apesar de não ter as revistas originais, os textos estão disponíveis na sub-seção Matérias EspeciaisEscrevendo para revistas, é onde mais me realizo como jornalista, pois tenho grandes espaços para contar histórias da forma que gosto, do meu jeito de fazer jornalismo. Eu nem preciso falar tanto sobre o quanto eu gosto de escrever, pois essa crônica já é uma prova por si só.

 

Além da experiência com revistas, eu trabalhei diretamente para dois jornais. O Metropolitano, entre 2008 e 2012 e o Jornal De Fato, durante três meses em 2012 e por onze meses entre 2013 e 2014. O Metropolitano é um semanário pequeno da cidade de Parnamirim, localizado na Região Metropolitana de Natal. Inicialmente, a experiência era escrever uma página de esportes e uma matéria especial do cotidiano. No entanto, aos poucos fui ganhando meu espaço como jornalista esportivo e o editor Duarte Guimarães conseguiu convencer o dono de criar um caderno esportivo de quatro páginas, para que eu pudesse escrever. Apesar do pequeno número de leitores, ter um caderno esportivo era um sonho realizado. Dediquei-me tanto neste projeto que aprendi a diagramar (desenhar as páginas), para que toda sexta-feira o caderno esportivo do Jornal Metropolitano saísse com a minha cara. Depois que saí do jornal, ainda fui contratado para um trabalho freelancer, onde escrevi um jornal de 16 páginas sobre a realização da Copa do Mundo em Natal.

 

No Jornal De Fato, o meu vínculo profissional era para trabalhar no website. Todavia, eu também escrevia uma matéria especial para o jornal do domingo e ajudava no impresso esporadicamente durante a semana. Entretanto, a principal experiência que tenho com a edição impressa do Jornal De Fato foi antes de trabalhar no veículo. Entre 2010 e 2012, eu escrevia semanalmente a história de um atleta do Rio Grande do Norte em forma de crônicas. Essas matérias especiais podem ser acessadas na sub-seção Vida de Atleta.

 

Como assessor de imprensa, eu também consegui espaços para escrever matérias especiais sobre os meus clientes em alguns jornais e revistas. Não eram os releases que todos recebiam. Através dos contatos com jornalistas, eu mostrava que tinha assuntos exclusivos, que poderiam se tornar matérias especiais. Com isso, consegui vários espaços na mídia impressa e alguns desses estão na sub-seção Matérias Especiais.

 

 

Rádio, a voz que chega para todos

 

Eu tenho uma grande dúvida se prefiro trabalhar com a mídia impressa ou radiofônica. Nas duas, não há necessidade extrema de síntese de textos, que foi a minha maior dificuldade na televisão, tampouco a preocupação com a estética do jornalista. A única preocupação é com a mensagem a ser transmitida, tanto é que em alguns veículos é permitido trabalhar mais a vontade, como ir de bermuda.

 

Os rádios vivem uma crise para se manter, por isso, eu só tive um vínculo remunerado em emissoras de rádio, que foi na 93 FM, quando fui repórter de campo nos jogos do Baraúnas na Série D do Campeonato Brasileiro de 2014. A experiência com rádio, todavia, não se resume a isso. Em muitas emissoras colaborei como comentarista nos jogos e em programas de estúdio, assim como concedi entrevistas diárias para diversas emissoras, sobretudo quando era assessor de imprensa do Baraúnas. Além disso, quando eu estava participando do concurso Craque do Futuro, o Jornal LANCE! me indicou para dar relatos para grandes emissoras do Brasil, já que o América de Natal estava enfrentando grandes clubes e eu era um dos poucos jornalistas em Natal com acesso as emissoras do eixo Sul-Sudeste, através desse intercâmbio do LANCE!. Por isso, fui entrevistado em emissoras como CBN, Rádio Globo, Rádio Eldorado, Rádio Gaúcha, etc.

 

Assim como na mídia impressa, encontrei no rádio espaços longos para expressar meu ponto de vista. O grande diferencial é saber que a sua voz é bem mais ouvida quando se estar falando no rádio. Como o hábito da leitura não está entre as principais qualidades do público brasileiro, é através do rádio e da televisão que a maioria se informa. Além disso, tem o aditivo da maioria dos jogos que trabalhei não serem transmitidos pela televisão, então os interessados nas partidas escutam o jogo via rádio.

 

Além disso, eu tenho uma paixão pessoal de ouvir os jogos pelo rádio. Quando se tem um bom narrador, a imagem das partidas é construída em sua mente, através dos relatos narrados. E essa imagem se torna bem mais emocionante, do que vê-la pacificamente na televisão. A maior prova de que essas imagens são construídas, foi a de um narrador de futebol cego que narrava os jogos através dos relatos que escutava de outros profissionais.

 

Enfim, entre as emissoras que colaborei como comentarista ou convidado de programas estão: Rádio Rural (Mossoró), 93 FM (Mossoró), Difusora (Mossoró), RPC (Mossoró), 98FM (Natal), CBN (Natal), Satélite FM (Natal), LANCE! (Rio de Janeiro) e Princesa do Vale (Assú).  

Internet, onde posso fazer jornalismo totalmente do meu jeito 
 

Como jornalista, eu sempre dar o meu melhor. Nem sempre a gente sabe se esse seu melhor agradou realmente o público. O lugar onde mais temos essa resposta imediata é na internet. Sejam nos comentários, números de acessos ou emails recebidos. A internet é um espaço onde praticamente o jornalista conversa com o público e recebe a resposta de forma quase imediata.

 

No Pimba na Gorduchinha, a resposta que eu recebia era principalmente através das redes sociais. Como o foco era principalmente em ABC e América, eu publicava os vídeos e notícias nas páginas do Orkut dos dois clubes e 99% das vezes recebíamos uma série de elogios, além de uma quantidade de acessos surpreendente. Além disso, entrevistei muitos torcedores e eles já comentavam que o meu site era o espaço onde o torcedor tinha vez e voz. Essa resposta imediata do público sempre me fascinou, independente do veículo que eu trabalhava, tanto é que me tornei um viciado em verificar o número de acessos das notícias nos portais que trabalhei ou nos sites que criei ou atualizei dos clientes de assessoria de imprensa. E, para a minha satisfação, os portais que trabalhei geralmente passaram a ter mais acessos depois que passei a colaborar. Enquanto essa resposta não vem, eu fico sempre utilizando as redes sociais como principal meio para o upgrade de acessos.

 

Somando essa instanteneidade com o dinamismo que a internet proporciona, posso dizer que a internet é o veículo em que mais me satisfaço como jornalista. Na internet, posso utilizar a criatividade fazendo vídeos, fotos, áudios, transmissões, textos informativos, textos opinativos, crônicas. O espaço está lá, é seu e só deixar a sua mente trabalhar, para as ideias surgirem. Todos os sites que trabalhei ou colaborei, eu gostei bastante, mas nenhum deles tanto como o Pimba na Gorduchinha, justamente porque era um portal meu, que eu podia apresentar a minha forma de fazer jornalismo. Defato.com, sites de jogadores e clubes de futebol, sites de entidades e eventos estão entre os inúmeros portais que contribui.

 

O meu maior amor no jornalismo é poder fazer jornalismo do meu jeito. Por isso, os meus únicos arrependimentos foi ter abandonado o projeto do Pimba na Gorduchinha por duas vezes (quando fui para a Band e quando saí da Band e programei uma volta, mas preferi abraçar projetos de terceiros). Uma volta do Pimba hoje não teria tanto sentido, porque ampliei o meu leque de jornalismo e não sou mais apenas jornalista esportivo. Eu precisava de um site meu, para mostrar a minha forma atual de fazer jornalismo. Por isso, criei esse site. O melhor espaço para esse trabalho será provavelmente no blog, onde atualizarei na frequência que for possível, dentro do tempo também possível. Todavia, as sub-seções dentro da Trajetória também são importantes, para mostrar o que já foi feito, porque a nossa história é feita justamente entre a soma do que já fizemos, do que estamos fazendo e do que podemos fazer.

 

Seja bem-vindo ao meu novo site,

 

Carlos Guerra Júnior

© 2015 por  CARLOS GUERRA JÚNIOR Humildemente criado com Wix.com

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